segunda-feira, 20 de abril de 2009

Febre: Twitter.

"PIU".

É isso que querem dizer as postagens do miniblog de maior sucesso da atualidade, o Twitter (http://www.twitter.com). Parece engraçado, mas tweet é o som que emitem os pequenos pássaros em inglês; logo, o nome desse famoso site quer dizer, ao pé da letra, Piador.

Qual o intuito do Twitter?

Originalmente o Twitter tem o objetivo de contar aos seus amigos, ou àqueles que optarem por acompanhar as suas postagens, o que você está fazendo em determinado instante. Para isso, os seus usuários são limitados com 140 caracteres para mandarem as suas notícias.

E é exatamente por ter esse formato de noticiação, de aviso, dica etc. que o Twitter tem uma especial afinidade para a área de Jornalismo. Tanto profissionais da área individualmente quanto organizações de comunicação já começam a se infiltrar nessa nova rede de mensagens para difundir as notícias, uma nova marca da tecnologia da comunicação. Terra Notícias, BBC Brasil, Revista INFO, Rodrigo Scarpa e Milton Jung, por exemplo, podem ser encontrados na rede mandando mensagens do seu meio.

Confira a matéria da CBN sobre o Twitter:



Para estar sempre antenado com as curtas novidades que aparecem no Twitter, você pode usar as ferramentas de Desktop (Twitter Desktop e Twitter Gadget, por exemplo) ou receber avisos por e-mail e, por enquanto, até por celular, mas apenas nos Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e Índia.

Tá esperando o quê? Vá "twittar"!

Por Rogles Camargo

terça-feira, 7 de abril de 2009

Jornalismo, interlocutor e componente.

Desde o começo do século, a cobertura do cotidiano do mercado financeiro feita pela imprensa é considerada um exemplo de jornalismo de serviço, e sua interferência na vida da sociedade ficou evidente com as atuais crises ao redor do mundo. Diariamente somos informados sobre a cotação das moedas, índices econômicos, ações e bolsas de valores, este serviço é de total necessidade para a população de um país neoliberal, pois exibe através de números, os dados administrativos que essa nação necessita para funcionar. Existem nos dias de hoje inclusive, jornais e revistas especializados no assunto como, por exemplo, o brasileiro Valor Econômico.

Voltando algumas décadas no tempo podemos exemplificar a participação da imprensa no setor econômico, mas de uma forma diferente. Em 1929, ocorreu uma desvalorização das ações de muitas empresas, houve uma correria de investidores que pretendiam vender seus papéis. O efeito foi devastador, rapidamente pessoas muito ricas passaram, da noite para o dia, para a classe pobre. O número de falências de empresas foi enorme e o desemprego atingiu quase 30% dos trabalhadores. Esse fato é conhecido como o Crack de 29, e nas imagens abaixo podemos conferir exemplos de publicações de jornais da época executando sua função de prestador de serviço.




Atualmente, podemos exemplificar a atuação jornalística como interlocutora da crise mundial. A temida recessão se deve a falta de liquidez no mercado, no português claro, falta de dinheiro. Neste caso, além da natural superexposição da mídia e ampla cobertura das últimas notícias do sistema monetário americano e mundial, parte da imprensa americana ainda tentou jogar a culpa dessa crise nos mutuários inadimplentes do sistema de financiamento habitacional dos Estados Unidos. Independentemente de quem é o culpado, isso mostra que a função da imprensa pode ir muito além do seu papel informativo, e tem o poder de formar opiniões e forçar fatos planejados.

Sem sombra de dúvidas, o jornalismo de serviço tem grande importância para uma sociedade, porém muitas vezes o poder de influenciar a opinião pública termina por criar uma população totalmente refém do que é publicado, da forma que é publicado. No decorrer da história tivemos a oportunidade de acompanhar situações semelhantes a essa, o ato de manipulação em massa movido pelos diversos meios de comunicação, e essa situação pode piorar devido à expansão midiática proporcionada pela tecnologia, possibilitando a maior disseminação da informação e contaminando cada vez mais pessoas com uma informação previamente editada.

Por Oscar Neto e Yan Yamamuti

domingo, 29 de março de 2009

Domingo é dia de futebol!


Vários dias na semana e alguns dias no ano têm a sua característica peculiar devido a algum evento que é próprio daquele momento. Os eventos têm a sua periodicidade fixa ou podem ser voláteis, ou ainda esporádicos. Um exemplo claro: feriados. Mas não vamos falar de feriados, mesmo porque o feriado já é batido, bem óbvio para todos.

Existem outros acontecimentos que são até mais freqüentes, e que já estamos tão acostumados que nem notamos que são momentos que tomaram determinada hora só para eles.

Para esse primeiro momento, vamos falar de um evento corriqueiro, e até já reservado durante a semana, que exemplifica um jornalismo que bate cartão em determinados dias e sempre dá suporte ao referido acontecimento.

Então, seja o futebol! Sim! Uma programação já pré-estabelecida, quase que religiosa, e que vai contar com o incondicional apoio da imprensa para atualizar o seu público de fanáticos.

Na cultura brasileira moderna, saber do futebol é uma reafirmação de suas origens, e os nossos jornais vão se encarregar de manter os aficionados por dentro de todos os detalhes. Eles vão ser presentes em todos os dias, e em muitos momentos dos dias. Mas alguns desses dias são especiais.

A idéia de tratar desse assunto partiu de uma pesquisa que trouxe à tona o livro Domingo, produzido por alunos graduandos do curso de Jornalismo da Universidade Metodista de São Paulo. E então nasceu:

“Domingo é um dia próprio para o futebol! Além dos almoços em família na casa dos avós, fica explícito que os brasileiros tiram o dia para contemplar a arte-esporte e se manterem atualizados, e entretidos!”

Os jornais entenderam isso, e se dedicaram a fazer a manutenção das informações primárias da prática competitiva como placares, pontuações, classificações, escalações e renovações. E isso se vê quando? No decorrer do domingo (na maior parte do tempo), onde se somam as inúmeras marcas jornalísticas, na comunicação de expectativas, decepções, mas, sobretudo, para esse ensaio, da estrutura escalar dos campeonatos e suas informações de interesse do público frequentador (seja valor dos ingressos, quantidade de pessoas ou localização dos estádios sedes das partidas).

Aí está uma face da orientação da informação: ter momentos específicos para se conceder detalhes de eventos, em função do tempo em que esse evento se realiza!

Nos vemos em breve!

Por Rogles Camargo