segunda-feira, 25 de maio de 2009

Distorcendo Informação; Manipulando Opinião.

Olá, estamos juntos novamente!

Para entendermos o próximo assunto, voltemos um pouco na nossa Linha do Tempo e vamos pousar na Venezuela no dia 11 de Abril de 2002. Essa foi uma data que entrou para a história dos venezuelanos. Nesse dia aconteceu um Golpe de Estado que depôs por algumas horas o presidente Hugo Chávez. Durante esse dia uma série de fatos que se desenrolaram em sua verdadeira ordem foram recriados e editados para serem publicados por veículos da Grande Mídia Mundial no dia seguinte.

Temos por exemplo o carioca Jornal do Brasil que divulgou a seguinte manchete de capa: "Venezuela se une para depor Chávez". O Impresso é apoiado em suas idéias pelo Jornal Nacional da emissora Globo ( o mais popular telejornal do Brasil, atingindo diariamente picos incríveis de audiência). O JN divulgou na quinta-feira que 1 milhão de pessoas protestavam contra Chávez, enquanto a própria CNN noticiava terem sido 6 mil manifestantes. As imagens da Globo, "fechadas", mostravam pessoas esparsas.

O que realmente aconteceu foi uma grande manifestação de rua que apoiava HC, e segundo inúmeras fontes jornalísticas e o próprio Hugo Chávez,o que grande parte da mídia promoveu foi a alteração dos dados reais com o objetivo de anular o mandato do venezuelano que tanto incomoda nações poderosas como os EUA. Vejamos no vídeo curtinho a seguir a realidade dos fatos:



O atual momento do jornalismo de idéias no Brasil é considerado por muitos como pleno e autêntico, devido as milhares, senão já milhões de fontes de informação diferentes, que possibilitam assim (teoricamente) uma grande transparência entre o espectador e o fato em si.

Porém é realmente isso que acontece?

Não, infelizmente ainda estamos longe de uma mídia confiável. Além disso, divulgar a informação somente de nada vale, se não tivermos quem a assista, leia ou ouça. Por mais que tenhamos um grande número de impressos, telejornais, radiojornais, sites jornalísticos, folhetins, sempre prevalecerá a grande mídia, detentora do poder de informar a grande maioria dos seres humanos. Esse não é um problema que só ocorre no território nacional, é na verdade a face trágica de uma imprensa que poucos dentre os quase 7 milhões de habitantes da Terra conhecem.

O pior de tudo, é não nos apegarmos nos fatos em si divulgados nos vídeos, e analisarmos sim o fato de a Mídia ter seus próprios interesses, de lembrarmos que todo jornal, seja ele impresso ou não, têm um dono, e esse dono tem suas idéias e seus interesses, e que muitas vezes esse dono fará de tudo para conseguir atingir seus objetivos. De que forma? Simples! Publicando e divulgando aquilo que lhe convém, aquilo que quer que seus leitores acreditem, defendam, ou se oposicionem. Os meios de comunicação em massa são capazes de governar o mundo, e de fazer dele o que quiserem que seja feito.

Para tratar corretamente do assunto necessitaríamos de horas de conversa, aqui vai só uma parte da história. Se você quer saber mais é só procurar! Leia revistas que não lê, assista telejornais que não assiste, busque por sites diferentes do que geralmente acessa, e com certeza a verdade aparecerá!
Vamos abrir nossas cabeças e nos perguntar: O que vemos é real?

Por Oscar Neto

*Esta postagem apenas divulga lados diferentes publicados por partes diferentes. Não defendemos nenhum dos lados nem estamos julgando ou dizendo que está certo (dizendo a verdade) e quem está errado (mentindo).


Fontes:

http://www.youtube.com/watch?v=PNqGJYJjwJ4
http://www.estadao.com.br/arquivo/mundo/2002/not20020414p45684.htm
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos/iq170420026.htm
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos/iq170420021.htm
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ombudsman/criticadiaria/ult544u204.shtml

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Quem que tá escrevendo?

Salve, amigos!

Hoje muita gente fala, em muitos lugares, ao mesmo tempo e a várias vozes. E até sem vozes. Mas o falar e o ter vozes na história do Jornalismo já teve pesos consideráveis e utilidades diversas, e especificamente este último configura um instrumento eficaz de trabalho de todos os tempos.

Pseudonimato e anonimato significam, respectivamente, práticas de nome falso e de sem-nome. Valer-se dessas técnicas significa transmitir a sua idéia protegendo a sua identidade, o que vai diferir do heteronimato em que o escritor vai assumir não um nome falso, mas um nome diferente, uma outra personalidade.

Para a opinião pública, esse escudo virtual teve aplicações variadas ao longo do tempo, ora contribuindo de forma incisiva para a consolidação da política (embora hoje em dia os partidários "não liguem mais pra opinião pública"); ora como maquiador de falantes de de um veículo popular (sim! É fantástico perceber que o jornal já foi um chat do século XIX); ora garantindo a privacidade, conferindo segurança e dando poder à liberdade de expressão.

Para se ter uma idéia, nos turbulentos tempos em que a Independência circulava pelo território brasileiro, o próprio D. Pedro I escreveu anonimamente nos veículos locais para difundir suas idéias sobre estrutura política, social e postura nacional. Como uma figura ilustre, centro das atenções, mas num tempo onde o poder era sensível e mal delimitado, era estratégico testar a forma que seus pensamentos repercutiriam na boca do povo para, na sequência, poder cada vez mais se mostrar a fim destas idéias até se reapropriar delas como um indivíduo concreto.

Em outros momentos, blefar a respeito de sua identidade garantiu a preservação de cidadãos, em um tempo onde a notícia tinha a habilidade de correr a boca pequena, se disseminar como uma praga em sociedades pequenas (em relação a hoje) e bem integradas. É o que se pode perceber em jornais do século XIX, que contavam com pseudônimos da parte de escritores e de leitores para desenvolver um diálogo tranquilo e despreocupado.

Especialmente por se tratar de uma sociedade ainda discriminatória e taxativa, essa prática foi muito comum em jornais que abarcavam conteúdos voltados para o público feminino, como o Jornal das Famílias e O Piauhy, trazendo discurso de redatores para a mulher brasileira (até em nome de mulheres brasileiras), de escritores, dedicados naquele momento ao público feminino, e das próprias participantes daquele núcleo.

Já recentemente, em uma organização urbana e veloz, trazendo repressões, acidentes e ameaças, as duas técnicas foram comodamente encaixadas. Elas serviram para o torneamento da censura, como pudemos presenciar com o compositor Chico Buarque de Holanda, quando as idéias eram intimamente sondadas pelo Regime Militar. E ainda hoje são apropriadas para as denúncias criminais, que preservam a integridade física e moral do informante e exigem um trabalho suado de apuração de fontes por parte de interessados profissionais da comunicação.
O nome, em canais de informação pública, de massa, velozes... é vendaval.

Até a próxima!

Por Rogles Camargo


Fontes:

MARTINS, Ana Luiza e DE LUCA, Tania Regina, História da Imprensa no Brasil (São Paulo,
Contexto, 2008)

sábado, 9 de maio de 2009

"A voz do dono."

Editoriais foram o assunto de nossa nova postagem.

Para poder entender de maneira mais ampla e dinâmica como funcionam esses porta-vozes dos jornais, revistas e outros meios, a equipe do Na-Linha-Do-Tempo se jogou nos livros, entrevistou profissionais da área e realizou pesquisas para demonstrar aos nossos leitores, qual o real poder de alcance e interferência direta e indireta que o editorial e capaz numa sociedade e certo espaço de tempo.

Em primeiro lugar, apresentamos a vocês uma entrevista realizada com Rodolfo Carlos Martino o Coordenador do Curso de Jornalismo da Universidade Metodista de São Paulo. Rodolfo começa analisando um contexto histórico, passa pelos últimos anos da ditadura militar mostrando como se portaram os editoriais dos grandes jornais de São Paulo, e depois comenta o período pós-ditatorial onde o editorial começava a criar características próprias que mudavam de jornal para jornal. Cita ícones do jornalismo como Assis Chateaubriand que ficou conhecido pelo seu poder de persuasão e até mesmo de chantagem da opinião pública. Comenta também da atual situação dos editoriais e de sua fraca relevância na decisão final do leitor. Acompanhe na íntegra o áudio da entrevista no player abaixo:





A segunda parte de nossa postagem é uma pesquisa realizada com inúmeros leitores de jornais que divergem suas opiniões sobre os editoriais. Acompanhe o vídeo abaixo:




Na nossa terceira e última parte de nossa postagem, o Na-Linha-Do-Tempo foi as ruas saber das pessoas, se elas lêem os editoriais. Em uma semana 203 pessoas que lêem jornais e revistas foram questionadas, e os resultados você confere abaixo:

Sim, eu leio editorial - 91 pessoas
Não, eu não leio editorial - 112 pessoas


E você? O que você acha dos editoriais? Lê? Gosta? Deixe sua opinião em nossos comentários e responda nossa enquete ao lado.

Abraços a todos!

Por Oscar Neto

domingo, 3 de maio de 2009

Jornalismo Móvel, um serviço para a sociedade.

Século 21, e a imprensa começa a se adaptar aos novos métodos de difusão da notícia através da tecnologia. O jornalismo de serviço precisa cada vez mais ser pontual para atender as exigências de um mundo globalizado, e a nova moda agora é o recebimento das informações no celular via torpedos SMS.

Muitos de nós já vimos sites de jornalismo que por uma pequena quantia, que é debitada automaticamente de sua conta telefônica, disponibilizam o serviço de envio de mensagens contendo as últimas notícias relacionadas a um assunto específico. As notícias são enviadas quase que no momento exato de seu acontecimento, atraindo cada vez mais adeptos.

O número de portais que possibilitam esse serviço é cada vez maior, e para se tornar um “cliente”, basta digitar no site, ou no próprio celular, o código do tipo de notícias que gostaria de receber, que são, por exemplo, esportes, economia, cidades, cultura e inclusive informações de utilidade imediata ao leitor como empregos, concursos públicos, imóveis e mercado imobiliário, exercício da cidadania e serviços públicos. O processo é simples e rápido e instantaneamente você passa a receber as principais informações de sua escolha.

Porém o celular também conquistou outras formas de agilizar os serviços da imprensa. Uma dessas maneiras é a transmissão muito mais ágil de informações do repórter para a redação do jornal, que pode se fazer por meio de uma simples ligação telefônica ou até mesmo pelo envio de mensagens, em qualquer lugar, ou situação que se encontre naquele momento.

Mas se você acha que tudo isso ainda é pouco, então acompanhe um exemplo prático de como a tecnologia pode transpor todas as barreiras quando o assunto é informar. Neste site (http://jornalismomovel.blogspot.com/2009/03/reporter-da-band-ao-vivo-em-cobertura.html) podemos acompanhar uma transmissão ao vivo de um repórter da TV Bandeirantes através de um celular 3G (terceira geração de padrões e tecnologias de telefonia móvel, que dispõe de uma super velocidade de conexão com a internet). O repórter transmitiu o incêndio que destruiu uma indústria de produtos de limpeza em Diadema na Grande São Paulo. A disponibilidade de um equipamento como esse dá tempo para que as emissoras cheguem com suas equipes de reportagem munidas de todo o aparato necessário para realizar a transmissão definitiva.

É incontestável a necessidade do progresso tecnológico para o avanço da eficiência dos serviços da imprensa mundial, a tendência sempre será evoluir, mas nunca se esquecendo dos princípios jornalísticos como a ética, a responsabilidade e a imparcialidade.

Até breve!

Por Oscar Neto


FONTES:

http://jornalismomovel.blogspot.com/

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Jornalismo: escrever, escrever, escrever... teorizar!

Sabemos que o Jornalismo se resume a coletar informações, apurá-las e divulgá-las. Mas esse é apenas o resumo, a base, a essência do Jornalismo. Como toda boa ciência, não basta se manter na essência, mas é necessário partir daí para o retrabalho, o desenvolvimento, a suposta evolução que, desenfreada, deixa sugestões de onde pode parar. No Jornalismo também brotaram galhos de frutos que se renovam e, pensando no que Darwin generalizou, renascem mais suculentos e nutritivos; geram-se paradigmas.

A opinião no Jornalismo se consolidou geminada à informação, e tornou-se comum profissionais se dedicarem à busca de informações específicas, detalhadas e profundas para, no final de sua análise e averiguação, reuni-las em um praticamente estudo que expõe um fato como centro de um universo particular.

Nesse momento, é delicado pensarmos na informação apenas. Na verdade, é quase impossível se livrar da ignorância de aceitar um fato como XYZ e vê-lo apenas no ângulo bidimensional. Provavelmente, essa obra (conjunto de informações) tem um intuito: venerar ou refutar; desprezar ou evidenciar; dissecar ou maquiar.

Nesse momento, eternizam-se chamados jornalistas-escritores, comunicadores que se valem da sensibilidade do romance na criação de realidades paralelas nos homens para simular uma situação... real. Seus artigos são obras mesmo, pois muitas vezes configuram um malabarismo de linguagem poética, técnica de narração, riqueza de verbos e conteúdos – sobretudo esse último, para validá-los como jornalistas – e muitas páginas de uma viagem a um determinado universo particular, características todas essas de uma boa peça de literatura pura e genuína.

Jornalistas-escritores são historiadores-romancistas. Porém, abrem a ferida diabética do Jornalismo ideal: a parcialidade. Suas histórias vão além da exposição de acontecimentos e chegam à exposição de muitos acontecimentos, tantos a ponto de hipnotizar o leitor quanto à sua existência unilateral, e são reverenciados, com certeza.

No Brasil, podemos citar grandes autores de livros memoráveis que hoje constituem a história de indivíduos, sociedades e eventos únicos e marcantes. A exemplo disso, podemos citar:

Carlos Heitor Cony: Hoje integra o Conselho Editorial da Folha de São Paulo e é comentaristas da Rádio CBN. Escreveu livros-reportagem como “O caso Lou – Assim é se lhe parece” e “O ato e o fato”.

Ruy Castro: entre outras obras, escreveu "O Anjo Pornográfico – a vida de Nelson Rodrigues", "Estrela Solitária – um brasileiro chamado Garrincha" e "Carmen: uma biografia"

Zuenir Ventura: colunista do O Globo e da Revista Época. Autor de "1968 - O ano que não terminou", um livro de valor incontestável que inspirou a minissérie produzida pela Rede Globo “Anos Rebeldes”.

Nelson Motta: autor de “Vale Tudo – O som e a fúria de Tim Maia”, entre outros.

Ao final, eles acabam se destacando mais como escritores do que como jornalistas, pois tudo não passa de uma balança: quando a palavra supera a informação.

Por Rogles Camargo

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Febre: Twitter.

"PIU".

É isso que querem dizer as postagens do miniblog de maior sucesso da atualidade, o Twitter (http://www.twitter.com). Parece engraçado, mas tweet é o som que emitem os pequenos pássaros em inglês; logo, o nome desse famoso site quer dizer, ao pé da letra, Piador.

Qual o intuito do Twitter?

Originalmente o Twitter tem o objetivo de contar aos seus amigos, ou àqueles que optarem por acompanhar as suas postagens, o que você está fazendo em determinado instante. Para isso, os seus usuários são limitados com 140 caracteres para mandarem as suas notícias.

E é exatamente por ter esse formato de noticiação, de aviso, dica etc. que o Twitter tem uma especial afinidade para a área de Jornalismo. Tanto profissionais da área individualmente quanto organizações de comunicação já começam a se infiltrar nessa nova rede de mensagens para difundir as notícias, uma nova marca da tecnologia da comunicação. Terra Notícias, BBC Brasil, Revista INFO, Rodrigo Scarpa e Milton Jung, por exemplo, podem ser encontrados na rede mandando mensagens do seu meio.

Confira a matéria da CBN sobre o Twitter:



Para estar sempre antenado com as curtas novidades que aparecem no Twitter, você pode usar as ferramentas de Desktop (Twitter Desktop e Twitter Gadget, por exemplo) ou receber avisos por e-mail e, por enquanto, até por celular, mas apenas nos Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e Índia.

Tá esperando o quê? Vá "twittar"!

Por Rogles Camargo

terça-feira, 7 de abril de 2009

Jornalismo, interlocutor e componente.

Desde o começo do século, a cobertura do cotidiano do mercado financeiro feita pela imprensa é considerada um exemplo de jornalismo de serviço, e sua interferência na vida da sociedade ficou evidente com as atuais crises ao redor do mundo. Diariamente somos informados sobre a cotação das moedas, índices econômicos, ações e bolsas de valores, este serviço é de total necessidade para a população de um país neoliberal, pois exibe através de números, os dados administrativos que essa nação necessita para funcionar. Existem nos dias de hoje inclusive, jornais e revistas especializados no assunto como, por exemplo, o brasileiro Valor Econômico.

Voltando algumas décadas no tempo podemos exemplificar a participação da imprensa no setor econômico, mas de uma forma diferente. Em 1929, ocorreu uma desvalorização das ações de muitas empresas, houve uma correria de investidores que pretendiam vender seus papéis. O efeito foi devastador, rapidamente pessoas muito ricas passaram, da noite para o dia, para a classe pobre. O número de falências de empresas foi enorme e o desemprego atingiu quase 30% dos trabalhadores. Esse fato é conhecido como o Crack de 29, e nas imagens abaixo podemos conferir exemplos de publicações de jornais da época executando sua função de prestador de serviço.




Atualmente, podemos exemplificar a atuação jornalística como interlocutora da crise mundial. A temida recessão se deve a falta de liquidez no mercado, no português claro, falta de dinheiro. Neste caso, além da natural superexposição da mídia e ampla cobertura das últimas notícias do sistema monetário americano e mundial, parte da imprensa americana ainda tentou jogar a culpa dessa crise nos mutuários inadimplentes do sistema de financiamento habitacional dos Estados Unidos. Independentemente de quem é o culpado, isso mostra que a função da imprensa pode ir muito além do seu papel informativo, e tem o poder de formar opiniões e forçar fatos planejados.

Sem sombra de dúvidas, o jornalismo de serviço tem grande importância para uma sociedade, porém muitas vezes o poder de influenciar a opinião pública termina por criar uma população totalmente refém do que é publicado, da forma que é publicado. No decorrer da história tivemos a oportunidade de acompanhar situações semelhantes a essa, o ato de manipulação em massa movido pelos diversos meios de comunicação, e essa situação pode piorar devido à expansão midiática proporcionada pela tecnologia, possibilitando a maior disseminação da informação e contaminando cada vez mais pessoas com uma informação previamente editada.

Por Oscar Neto e Yan Yamamuti